
Criança mostra o que sente antes de conseguir dizer: no brincar, no desenho, no comportamento em casa e na escola. O atendimento infantil trabalha por esses caminhos, junto com quem cuida.
A procura costuma vir depois de um sinal concreto. Queixa da escola, mudança de comportamento, dificuldade de aprendizagem, birras que não cessam, medo de dormir sozinho, dificuldade de fazer amizade.
Nas sessões o brincar é o material de trabalho. Pelo jogo simbólico a criança coloca para fora o que ainda não cabe em palavras, e é ali que a psicóloga atua.
O trabalho inclui a família. Há encontros periódicos com os pais ou responsáveis para alinhar o que aparece na sessão com o que acontece em casa, preservando o que a criança confiou ao espaço terapêutico.
- Sessões semanais
- Ludoterapia e recursos expressivos
- Encontros periódicos com os pais
- Articulação com a escola, quando autorizada
- Orientação sobre rotina e limites
- Relatório quando solicitado
A criança tem o brincar, e é por ali que o trabalho chega ao que ela sente.
Como conduzimos
O atendimento da criança caminha junto com a orientação de quem cuida. Uma frente sustenta a outra.
O brincar como linguagem
Jogo simbólico, desenho e histórias como via de acesso ao que a criança sente.
Família no processo
Encontros com os pais para alinhar a sessão com a vida em casa.
Sigilo também da criança
Os pais recebem orientação sobre o processo, não transcrição da sessão.